FMI eleva a projeção do mundo e corta a do Brasil, e a B3 reabre hoje depois do feriado com as bolsas da Ásia em queda
Segundo a Folha, o FMI elevou a projeção de crescimento da economia mundial e reduziu as do Brasil e da China no relatório Perspectiva Econômica Global, divulgado na noite de segunda-feira, 12. O G1 diz que o fundo continua prevendo crescimento modesto, de 3,1% em 2026. O Valor registra “resiliência notável” diante do pior choque de energia em décadas e o risco de desaceleração se os custos de financiamento e a inflação não forem contidos. G1 e Valor apontam que a IA concentra o ganho em poucos países. Para a América Latina, o Estadão informa inflação projetada em 4,2% em 2026. Na segunda-feira, a B3 esteve fechada pelo feriado, o petróleo fechou acima de US$ 106, e em Nova York os índices terminaram em direções opostas. Nesta terça, o Kospi caiu mais de 5%, segundo a AP.
O FMI dá a régua para governos, empresas e bancos centrais, e um corte na projeção do Brasil pesa nas contas de quem planeja investimento e juros. Petróleo caro e juros longos altos, os dois riscos citados pelo fundo, chegam ao bolso por combustível e crédito.
Quem tem investimentos não precisa agir por causa de um feriado de bolsa fechada, mas pode esperar oscilação na abertura de hoje. Combustíveis e crédito dependem do petróleo e dos juros.
Para quem vê o lado positivo, o mundo cresce um pouco mais do que se previa e mostrou resistência ao choque de energia.
Para quem vê o lado negativo, o corte na projeção do Brasil, o petróleo alto e a concentração do ganho na IA indicam fragilidade e desigualdade entre os países.
O primeiro teste é a abertura da B3, que volta de um feriado com a Ásia em queda e o petróleo em alta. Os números do corte para o Brasil não apareceram nas fontes que consultamos, e vale esperar o texto completo do relatório antes de tirar conclusões.
DailyDrop Edição Brasil Nº 9 · Edição da manhã · ter., 13 de out. de 2026