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Trump defende o acordo do diesel com a Rússia, a Ucrânia diz que os ataques à energia continuam, e novos ataques à Arábia Saudita empurram o petróleo

O presidente Donald Trump defendeu o acordo para comprar diesel da Rússia depois de críticas de republicanos e democratas, informam Reuters e Valor. Segundo a Reuters, os EUA esperam que o acordo ajude a amolecer Moscou nas negociações de paz, e a Rússia diz que pode exportar até 3,5 milhões de toneladas por mês até o fim do ano. A Ucrânia acusa a Rússia de violar o “cessar-fogo de energia” anunciado por Trump, informam Reuters, AP e PBS, e o G1 relata uma usina de gás atingida em Kharkiv. O Kremlin rejeitou um cessar-fogo de 60 dias e quer um acordo global, segundo a Reuters. No Golfo, os houthis anunciaram novo ataque ao aeroporto de Riade, e a Arábia Saudita disse ter destruído o míssil, informa o G1. O ataque de sábado deixou 12 mortos e mais de 300 feridos, segundo o G1. O barril fechou acima de US$ 106, segundo o Valor.

A energia liga as duas guerras: o diesel russo, os ataques a usinas e o risco ao petróleo do Golfo decidem o preço do combustível no mundo inteiro.

Petróleo e diesel mais caros pesam no frete e nos alimentos. Um acordo de energia que funcione poderia aliviar esse custo, mas, por ora, os ataques continuam.

Para quem apoia a iniciativa de Trump, comprar diesel russo e falar em cessar-fogo de energia abre uma porta para negociações mais amplas.

Para críticos, o acordo premia Moscou enquanto os ataques continuam, e o anúncio sem confirmação de Kiev e do Kremlin tem pouco efeito prático.

O teste é simples: se as usinas e refinarias deixarem de ser atacadas nos próximos dias. No Golfo, o dado a acompanhar é se as companhias aéreas retomam os voos para Riade. Até lá, tratamos o cessar-fogo como intenção, não como fato.

DailyDrop Edição Brasil Nº 9 · Edição da manhã · ter., 13 de out. de 2026

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