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Polícia Civil e Corregedoria da PM investigam duas mortes em abordagens com dezenas de tiros em São Paulo, e as imagens das câmeras ainda não chegaram

A Polícia Civil e a Corregedoria da PM de São Paulo investigam duas abordagens que terminaram em morte e em que os policiais atiraram dezenas de vezes, informa o G1, que diz que os PMs foram afastados. Em Moema, Gustavo Munis de Santana, de 20 anos, foi morto na madrugada de sábado, 10, com pelo menos 27 tiros, segundo G1 e Folha, e foi enterrado na segunda-feira, 12. A advogada da família chamou a ação de inadmissível e disse que ele já havia sido abordado de forma violenta antes. Na segunda-feira, a Polícia Civil ainda não tinha as imagens das câmeras corporais. Na Vila Dionísia, zona norte, Antonio Nunes Batista foi morto com 24 tiros em 3 de outubro, em um momento descrito como de surto, e a irmã diz que ele tinha esquizofrenia, informa o G1.

As imagens das câmeras corporais são a principal prova independente do que aconteceu nas abordagens. Dois casos de dezenas de disparos em poucos dias pressionam a PM a explicar o uso da força.

Em caso de crise de saúde mental de alguém próximo, o Samu (192) pode ser acionado para o atendimento por equipe de saúde.

Quem defende a polícia lembra que PMs enfrentam situações de risco e que a investigação, com as imagens, vai mostrar o que ocorreu em cada caso.

Quem critica a atuação fala em desproporção e cobra afastamento, perícia e transparência com as imagens das câmeras.

O que decide o caso é quando as imagens chegam à Polícia Civil e se são completas. Sem elas, a investigação depende de depoimentos dos próprios policiais. Também vale acompanhar se a Corregedoria divulga o resultado de seu inquérito. A versão da PM não consta nas fontes que consultamos.

DailyDrop Edição Brasil Nº 9 · Edição da manhã · ter., 13 de out. de 2026

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