Ibovespa recua cerca de 1% depois dos recordes, e o dólar sobe com a eleição no radar
Depois dos recordes da semana passada, o Ibovespa recuou na terça-feira, 13, com realização de lucros e cautela com a eleição, segundo InfoMoney e Valor. O InfoMoney relatou queda de cerca de 1% durante o pregão, e o Valor, no fim da tarde, falou em recuo de 1% com maior aversão a risco. O dólar avançou ante o real, segundo Valor e Money Times, e os juros futuros subiram, segundo o Valor. O Valor registra que o Goldman Sachs abandonou o cenário de dólar acima de R$ 5, e CNN Brasil e UOL dizem que o banco passou a ver R$ 4,70 depois das eleições. Em Nova York, as bolsas fecharam em leve queda, com o peso de tecnologia e de balanços de bancos, segundo o Valor. Os fechamentos em pontos e em reais não foram confirmados por duas fontes e não aparecem nesta edição.
O mercado financeiro reage a pesquisas e a anúncios de campanha porque a política econômica do próximo governo afeta juros, dólar e ações. Depois de uma sequência de recordes, parte da queda é só ajuste.
Se você investe, um dia de queda depois de recorde não muda, sozinho, uma carteira de longo prazo. Projeções de bancos, como a do Goldman, são cenários, não garantias.
Para quem está otimista, a queda é uma pausa depois de uma alta forte e abre espaço para compras, na leitura de gestores citada pelo Valor.
Para quem está cauteloso, a alta dos juros futuros e do dólar mostra que o mercado não descarta riscos fiscais e eleitorais.
Sem os fechamentos confirmados, preferimos não cravar números. O ponto a acompanhar é a reação a novas pesquisas, em especial o Quaest de hoje e o Datafolha de quinta.
DailyDrop Edição Brasil Nº 10 · Edição da manhã · qua., 14 de out. de 2026