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Inflação americana mais forte derruba a tecnologia em Nova York e as bolsas da Ásia; o Ibovespa chegou a cair mais de 1% e zerou as perdas

Os preços ao consumidor nos EUA aceleraram em setembro, com a gasolina mais cara, e o núcleo do índice ficou mais firme, segundo a Reuters. O dado, divulgado na quarta-feira, 14, reforçou apostas em altas de juros do Fed, segundo a Bloomberg, e as ações americanas caíram, lideradas pela tecnologia. O Livro Bege mostrou que um terço dos distritos viu a inflação acelerar, informa o Valor. As bolsas da Ásia caíram na madrugada, com a Coreia do Sul e o Japão entre as mais atingidas, segundo a AP. A Reuters registra o dólar abaixo da máxima em 18 meses e o petróleo em queda. No Brasil, o Ibovespa chegou a perder mais de 1% e terminou sem perdas, segundo o InfoMoney, e o dólar à vista fechou a R$ 5,0298, em alta de 0,14%, segundo a Reuters via Investing.com. O Banco Central retoma em 19 de outubro os leilões de swap cambial tradicional.

Juros altos nos EUA encarecem o crédito no mundo todo, pressionam o dólar e as ações de tecnologia e afetam o apetite por risco em mercados como o brasileiro.

Dólar e juros mais altos podem encarecer importados, viagens e financiamentos. Quem investe a longo prazo não precisa agir por causa de um dia de queda.

Para quem espera juros altos por mais tempo, a leitura é de que o Fed precisará agir se a inflação continuar a subir, como disse Daly à Reuters.

Para quem vê exagero, os dirigentes do Fed falam em esperar para ver, como Bowman, e dizem que as altas não têm urgência.

O número de fechamento do Ibovespa e do dólar não foi confirmado por duas fontes, por isso as cotações do topo mostram “—”. Hoje vale olhar se a pressão da Ásia chega à Europa e à abertura de Nova York, e se o Fed mantém o tom de cautela.

DailyDrop Edição Brasil Nº 11 · Edição da manhã · qui., 15 de out. de 2026

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