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Golfo segue sob ataque, com a sede da Aramco danificada e um navio afundado perto de Ormuz; Zelensky promete voltar a atingir refinarias russas

A Reuters informou na quarta-feira, 14, que a sede da Saudi Aramco sofreu danos extensos em um ataque dos houthis, segundo fontes, e que o grupo prometeu mais ataques a aeroportos e instalações de petróleo sauditas. No mesmo dia, a Reuters noticiou o naufrágio de um porta-contêineres perto do Estreito de Ormuz, atingido por um projétil, segundo fontes; o Valor fala em dois navios afundados. A Agência Internacional de Energia avalia que a escassez de diesel pode persistir até 2027, segundo a Reuters. Na Ucrânia, Zelensky disse ao Financial Times que o país retomará os ataques a refinarias russas, e uma refinaria em Riazan pegou fogo depois de ataque de drones, segundo o governador da região. A Reuters, citando o FT, diz que os EUA estudam liberar parte dos ativos russos congelados para recomeçar as negociações.

Ataques a petróleo e refinarias mexem com o preço do combustível no mundo todo, e o Golfo e a Ucrânia continuam sendo os maiores riscos para a energia.

Diesel e petróleo mais caros pesam no frete e nos alimentos. O G1 mostra que agricultores gaúchos já relatam estoques de diesel no limite.

Os detalhes dos ataques ao Golfo vêm de fontes anônimas e merecem cautela até haver confirmação oficial. O que importa para o leitor é o preço do diesel: vale acompanhar o petróleo nos próximos dias e se há mais navios atingidos perto de Ormuz.

DailyDrop Edição Brasil Nº 11 · Edição da manhã · qui., 15 de out. de 2026

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