Meta nega interferência política na eleição após acusações de PT e pesquisadores
A Folha de S.Paulo e o Valor Econômico informaram que a Meta foi a empresa que mais arrecadou na eleição do Brasil, e atribuem ao PT e a pesquisadores a acusação de que a empresa favoreceu a campanha de Flávio Bolsonaro. O G1 registrou que a empresa nega interferência política e cita incidentes técnicos nas redes de Lula. As reportagens citam também acusações de entidades civis; o PT e os pesquisadores aparecem como autores nos textos da Folha e do Valor, e o G1 traz a resposta da empresa. O TSE começou a julgar na sexta-feira (16) regras sobre a vinculação de canais de WhatsApp a campanhas. Os valores arrecadados não aparecem no material consultado, e as acusações não foram comprovadas nas fontes.
Se uma plataforma reduz o alcance de um lado, o eleitor deixa de receber informações sem saber. A disputa sobre moderação, anúncios e canais de WhatsApp muda o que chega à tela de milhões de pessoas.
Siga os candidatos em mais de um canal e confira a lista de anúncios eleitorais quando disponível. Antes de repassar um print sobre a eleição, procure a mesma informação em dois veículos.
Acusar é fácil, provar é raro. Espere a Justiça Eleitoral falar.
DailyDrop Edição Brasil Nº 13 · Edição da manhã · sáb., 17 de out. de 2026