Trump defende aliviar a pressão sobre a Rússia e acusa Zelensky de prolongar a guerra na Ucrânia
Em publicação nas redes em 18/10, Donald Trump defendeu a decisão de aliviar a pressão sobre a Rússia e acusou Volodymyr Zelensky de prolongar a guerra, segundo o Washington Post e a Bloomberg. Ele ligou a medida à decisão de barrar novas sanções a Moscou e fechar um acordo sobre diesel, e criticou ataques ucranianos a refinarias russas, que, segundo ele, prejudicam os mercados de combustíveis. Em entrevista à NBC, Zelensky disse que, se os EUA ficarem do lado da Rússia, a Ucrânia não vencerá, e chamou a retirada de apoio de "erro histórico". Ele conversou com os enviados Steve Witkoff e Jared Kushner. O Wall Street Journal diz que Vladimir Putin propôs reunião com Trump e Xi Jinping no mês que vem, sem Zelensky.
Combustíveis e sanções ligam a guerra ao preço de energia, tema sensível para Washington. A fala de Trump reforça o impasse entre os dois presidentes, e a proposta de reunião sem Kiev, se confirmada, mudaria a mesa de negociação.
Para o Brasil, o preço do diesel e do petróleo influencia combustíveis e inflação. Qualquer acordo ou novas sanções à Rússia podem mexer na cotação do barril.
Para Trump, segundo a publicação, manter o canal com Moscou preserva as negociações e evita que Putin abandone a mesa.
Para Zelensky, segundo a NBC, a pressão dos EUA equivale a empurrar a Ucrânia à rendição e a retirada de apoio seria um erro histórico.
Confirmado: a publicação de Trump e a entrevista de Zelensky. A reunião Putin-Trump-Xi aparece só no Wall Street Journal, com fontes anônimas. Acompanhe a reação do Congresso americano e de aliados europeus.
DailyDrop Edição Brasil Nº 15 · Edição da manhã · seg., 19 de out. de 2026