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Economia dos EUA criou em setembro apenas 29 mil empregos e o desemprego subiu para 4,2%

O Departamento do Trabalho dos EUA divulgou na sexta-feira, 2 de outubro, que a economia criou em setembro 29 mil empregos fora da agricultura (previsões: 84 mil segundo a Dow Jones e 90 mil segundo a Reuters), e que a taxa de desemprego subiu de 4,1% para 4,2% (Al Jazeera, UPI, SAN). Agosto foi revisto de 162 mil para 133 mil e julho de mais 21 mil para menos 10 mil. A saúde criou 17 mil empregos e as finanças perderam 7 mil. O salário horário médio subiu 3% em termos homólogos. No fecho de sexta, o S&P 500 subiu 0,73% para 7.722,72 pontos, o WTI caiu 1,90% para 91,11 dólares e o ouro 1,00% para 4.162,3 dólares.

O mercado de trabalho norte-americano influencia as decisões da Fed, o dólar e o apetite por risco nos mercados mundiais, incluindo a Europa.

Taxas de juro norte-americanas mais baixas tendem a enfraquecer o dólar e a baixar o custo de importações pagas em dólares, como o petróleo. Para quem tem crédito à habitação, o que pesa mais é a Euribor, decidida na zona euro.

Os dados mostram uma economia de «poucas contratações e poucos despedimentos», sem colapso.

Duas revisões em baixa e mais desemprego apontam para um arrefecimento real da economia.

Um relatório não altera a tendência, mas três meses de dados fracos com revisões em baixa são um sinal. Convém seguir a próxima inflação nos EUA e os sinais da Fed.

DailyDrop Edição Portugal Nº 1 · Edição da manhã · seg., 5 de out. de 2026

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