Rússia nega que técnica de laboratório tenha morrido de peste; cerca de 200 pessoas vigiadas
Uma investigadora de 28 anos de um instituto antipeste de Irkutsk, na Sibéria, morreu a 2 de outubro num hospital de Shelekhov com sintomas respiratórios graves. A Rospotrebnadzor fala em «pneumonia de origem desconhecida» e nega acidente biológico, dizendo que as análises não detetaram micróbios ligados à atividade profissional (Euronews, O Povo, El Economista). Os números da quarentena variam: cerca de 200 pessoas vigiadas segundo um relato, mais de 60 funcionários isolados no edifício segundo outro. Uma versão não confirmada, de fontes anónimas, falava de um tubo de ensaio com bactérias; foi rejeitada pelas autoridades.
Casos suspeitos em laboratórios de agentes perigosos geram preocupação internacional e exigem transparência das autoridades.
Sem risco direto para Portugal; é uma notícia de acompanhamento sanitário e de segurança laboratorial.
As autoridades russas dizem que não há risco e que o caso foi controlado.
Quem pede mais transparência lembra que as causas ainda não foram divulgadas de forma independente.
A causa da morte continua por esclarecer. O sinal a seguir é o resultado das análises independentes e qualquer novo caso entre os vigiados.
DailyDrop Edição Portugal Nº 2 · Edição da manhã · ter., 6 de out. de 2026