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Novo ataque ao aeroporto de Riade, um dia depois de 12 mortos; huthis reivindicam e dizem ter visado também Dammam

Segundo a coligação liderada pela Arábia Saudita, um projétil não identificado atingiu o terminal 4 do aeroporto internacional Rei Khalid, em Riade, no domingo, 11 de outubro (BBC, Bloomberg, Observador). A aviação civil saudita falou num morto e 11 feridos, sem que fique claro a que ataque se referem, e disse que o aeroporto de Dammam foi visado ao fim da tarde (FinancialJuice, Asharq Al-Awsat). Os huthis reivindicaram os ataques e afirmaram ter atingido também instalações da Aramco na província oriental, sem confirmação imediata (FinancialJuice, RTP). O ataque de sábado tinha matado 12 pessoas e ferido mais de 300 (AP, Bloomberg). A Embaixada do Reino Unido aconselhou os britânicos a evitar viagens não essenciais a Jidá e Dammam (FinancialJuice).

Aeroportos civis, a bolsa saudita e os congressos de energia são alvos que afetam diretamente o petróleo e o comércio na região. Quanto mais ataques, mais perto fica uma guerra mais ampla no Golfo.

Para Portugal, o efeito vem pelos preços: uma escalada no Golfo pode levar o petróleo a subir ainda mais. Quem viaja para o Golfo deve acompanhar os avisos do Ministério dos Negócios Estrangeiros.

A coligação diz que responderá com firmeza ao que descreve como crime de guerra.

O Irão e outros governos defendem o diálogo e dizem que a escalada só agrava a crise.

O que importa não é cada número, mas a repetição: dois ataques em dois dias a um aeroporto civil. A resposta saudita e a posição dos EUA, nos próximos dias, dirão se isto se alarga.

DailyDrop Edição Portugal Nº 8 · Edição da manhã · seg., 12 de out. de 2026

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