Consumo das famílias perde força e deve crescer o mínimo desde a pandemia em 2026 e 2027, dizem economistas à Folha
Segundo a Folha, o consumo das famílias, considerado o motor da economia nos últimos anos, deve ter o menor crescimento desde a pandemia neste ano e no próximo, na avaliação de economistas. Eles esperam que investimento e exportações ganhem mais espaço no PIB. Na sexta-feira, 9, o Ibovespa fechou em 209.066,90 pontos (+1,38%), recorde de encerramento, e o dólar caiu 0,79%, para R$ 4,985. Em Nova York, o S&P 500 subiu 0,59%, o Nasdaq 0,64% e o Dow Jones 0,83%. A B3 não abre hoje, feriado de Nossa Senhora Aparecida, e volta na terça, 13.
Se o consumo, que sustenta boa parte do PIB, esfria, o crescimento depende de investimento e exportações, que são mais voláteis.
Crédito caro e renda pressionada tendem a reduzir compras a prazo. Quem tem investimentos não precisa agir por causa de um feriado de bolsa fechada.
Para quem vê o lado positivo, um consumo menos aquecido pode ajudar a segurar a inflação.
Para quem vê o lado negativo, menos consumo significa menos vendas e menos emprego no comércio e nos serviços.
A reportagem da Folha ainda não foi confirmada por outro veículo, então vale tratar as projeções como estimativas de economistas, não como dado oficial. O primeiro teste do mercado é a abertura da B3 na terça.
DailyDrop Edição Brasil Nº 8 · Edição da manhã · seg., 12 de out. de 2026