Flávio pede ao TSE que investigue o diretor-geral da PF, e o corregedor manda apurar Pablo Marçal
No domingo, 11, a campanha de Flávio Bolsonaro apresentou uma notícia-crime à Justiça Eleitoral contra o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, por uma entrevista coletiva do primeiro turno em que ele indicou que a corporação investigava uma suspeita de interferência eleitoral. A campanha diz que a fala teria beneficiado o PT. No mesmo dia, o corregedor Villas Bôas Cueva mandou abrir investigação sobre a suposta divulgação de notícias falsas pelo influenciador Pablo Marçal contra Lula e sobre o site Brasil 22 Token. Flávio também disse ter sofrido “pré-julgamento” por ter pedido dinheiro a Daniel Vorcaro para um filme sobre Jair Bolsonaro, segundo o Valor.
A PF, o TSE e as campanhas estão em disputa aberta sobre quem pode falar de investigações durante a eleição, e isso influencia a confiança nas instituições.
Notícia-crime e investigação não são condenação. Acompanhe a conclusão dos casos antes de repassar acusações.
Para a campanha de Flávio, um dirigente da PF não deveria comentar investigações em andamento durante a campanha.
Para críticos, o pedido tenta intimidar a polícia e transformar uma declaração institucional em tema de campanha.
Ainda não há resposta da PF nas fontes consultadas. O que falta é saber se o TSE aceita a notícia-crime e se a apuração sobre Marçal chega a algum resultado antes do dia 25.
DailyDrop Edição Brasil Nº 8 · Edição da manhã · seg., 12 de out. de 2026