Míssil huthi atinge o aeroporto de Riade e faz 12 mortos e mais de 300 feridos; Trump pondera juntar-se à ofensiva
As autoridades sauditas disseram que o ataque de sábado, 10 de outubro, ao aeroporto internacional Rei Khalid, em Riade, matou 12 pessoas e feriu mais de 300, 309 segundo a autoridade da aviação civil (NPR, CBS, AP, Reuters, The Guardian). A NPR diz que entre os mortos estão quatro sauditas, dois bangladeshianos, um palestiniano, um egípcio, um jordano e um cidadão norte-americano. O Japan Times descreve o ataque como o mais mortífero no reino em mais de uma década e diz que não soou alerta. A coligação liderada pela Arábia Saudita atribuiu-o aos huthis, chamou-lhe crime de guerra e disse ter intercetado um míssil balístico em al-Kharj. Rubio confirmou um norte-americano entre os mortos; Guterres condenou o ataque. A NPR escreve que Trump pondera juntar-se à ofensiva. A Reuters diz que as grandes conferências sauditas vão realizar-se. O Comando Central dos EUA disse ter inutilizado um cargueiro que saiu de um porto iraniano, no golfo de Omã.
É o ataque mais letal no reino em mais de dez anos e pode arrastar os EUA para uma ofensiva no Iémen, ampliando a guerra regional e o risco para o petróleo e a aviação.
Quem tem voos com escala no Golfo deve consultar a companhia aérea; o petróleo e os combustíveis em Portugal podem reagir na segunda-feira.
A Arábia Saudita e aliados dizem que o ataque é terrorismo e exigem resposta militar.
Há quem alerte que uma intervenção dos EUA pode agravar a crise humanitária no Iémen e alargar a guerra.
Os mortos estão confirmados pelas autoridades sauditas; o resto são intenções. Convém seguir se Washington decide entrar na ofensiva e o preço do Brent na segunda-feira.
DailyDrop Edição Portugal Nº 7 · Edição da manhã · dom., 11 de out. de 2026