O Conselho de Disciplina da FPF anunciou a 10 de outubro a abertura de um processo disciplinar a Cristiano Ronaldo, de 41 anos, e a sua suspensão provisória, enquanto não houver decisão definitiva, depois de ele ter deixado o estágio da seleção e criticado o selecionador Jorge Jesus (BBC Sport, The Guardian, Le Monde, L'Équipe, Straits Times). O El Mundo escreve que o caso foi dado como urgente. Não foi indicada data para audiência. O Le Monde e o France 24 datam o abandono de 30 de setembro, a L'Équipe de 1 de outubro. A L'Équipe acrescenta que o presidente da FPF, Pedro Proença, voltou a dizer que quer Ronaldo de volta. A ESPN nota que os adeptos do Al Nassr apoiaram o jogador quando marcou pelo clube.
A decisão afeta o jogador mais mediático da seleção e a relação com o selecionador, e cria um precedente na aplicação do regulamento disciplinar da FPF.
Para o adepto, importa saber se Ronaldo estará disponível para os próximos jogos da seleção e quando terminará o processo.
Quem defende a FPF diz que a suspensão provisória é a aplicação normal do regulamento e protege o grupo.
Quem defende Ronaldo diz que o jogador assumiu a responsabilidade e que a federação deveria mediar em vez de punir.
«Provisória» quer dizer que a decisão final ainda está por tomar. O que interessa agora é a data da audiência, a defesa de Ronaldo e a posição de Jesus.
BBC Sport, The Guardian, Le Monde, L'Équipe, Straits Times (10–11 out 2026)
Desporto · SeleçãoImprensa ✓ 5 meios · decisão do Conselho de Disciplina da FPF
FPF abre processo disciplinar a Ronaldo e suspende-o provisoriamente da seleção
O Conselho de Disciplina anunciou no sábado a suspensão provisória do capitão, até haver decisão definitiva, depois de ele ter deixado o estágio e criticado o selecionador. O caso foi dado como urgente.
O Conselho de Disciplina da Federação Portuguesa de Futebol anunciou no sábado, 10 de outubro, a abertura de um processo disciplinar a Cristiano Ronaldo, de 41 anos, e a sua suspensão provisória enquanto não houver decisão definitiva, depois de ele ter abandonado o estágio da seleção e criticado o selecionador Jorge Jesus (BBC Sport, The Guardian, Le Monde, L'Équipe, Straits Times). O El Mundo escreve que o caso foi dado como urgente. Ainda não há data para audiência.
O Le Monde e o France 24 datam a saída de 30 de setembro, a L'Équipe de 1 de outubro. O presidente da FPF, Pedro Proença, voltou a dizer que quer Ronaldo de regresso, segundo a L'Équipe. Na terça-feira, o jogador divulgou um texto em que assumia a responsabilidade e se disse disponível depois de cumprir a sanção; entretanto, a seleção venceu a Dinamarca por 4-2 e a Noruega por 2-1 sem ele, e os adeptos do Al Nassr, o clube saudita onde joga, apoiaram-no, segundo a ESPN. O ex-jogador Jamie Carragher e o jornalista Piers Morgan trocaram acusações no X sobre o caso.
Abrir a notícia e a opinião do DailyDrop
Em números
41 anosidade de Cristiano Ronaldo
1 a 6 mesessuspensão prevista no regulamento da FPF para o abandono
4-2 e 2-1resultados da seleção sem Ronaldo
As autoridades sauditas disseram que o ataque de sábado, 10 de outubro, ao aeroporto internacional Rei Khalid, em Riade, matou 12 pessoas e feriu mais de 300, 309 segundo a autoridade da aviação civil (NPR, CBS, AP, Reuters, The Guardian). A NPR diz que entre os mortos estão quatro sauditas, dois bangladeshianos, um palestiniano, um egípcio, um jordano e um cidadão norte-americano. O Japan Times descreve o ataque como o mais mortífero no reino em mais de uma década e diz que não soou alerta. A coligação liderada pela Arábia Saudita atribuiu-o aos huthis, chamou-lhe crime de guerra e disse ter intercetado um míssil balístico em al-Kharj. Rubio confirmou um norte-americano entre os mortos; Guterres condenou o ataque. A NPR escreve que Trump pondera juntar-se à ofensiva. A Reuters diz que as grandes conferências sauditas vão realizar-se. O Comando Central dos EUA disse ter inutilizado um cargueiro que saiu de um porto iraniano, no golfo de Omã.
É o ataque mais letal no reino em mais de dez anos e pode arrastar os EUA para uma ofensiva no Iémen, ampliando a guerra regional e o risco para o petróleo e a aviação.
Quem tem voos com escala no Golfo deve consultar a companhia aérea; o petróleo e os combustíveis em Portugal podem reagir na segunda-feira.
A Arábia Saudita e aliados dizem que o ataque é terrorismo e exigem resposta militar.
Há quem alerte que uma intervenção dos EUA pode agravar a crise humanitária no Iémen e alargar a guerra.
Os mortos estão confirmados pelas autoridades sauditas; o resto são intenções. Convém seguir se Washington decide entrar na ofensiva e o preço do Brent na segunda-feira.
NPR, CBS, AP, Reuters, The Guardian (10–11 out 2026)
Mundo · Médio OrienteImprensa ✓ 5 meios · balanço segundo as autoridades sauditas
Míssil huthi atinge o aeroporto de Riade e faz 12 mortos e mais de 300 feridos; Trump pondera juntar-se à ofensiva
As autoridades sauditas disseram que o ataque de sábado ao aeroporto internacional Rei Khalid, em Riade, matou 12 pessoas e feriu mais de 300 (309, segundo a autoridade da aviação civil), de acordo com NPR, CBS, AP, Reuters e Guardian. Entre os mortos estão quatro sauditas, dois bangladeshianos, um palestiniano, um egípcio, um jordano e um cidadão norte-americano. O Japan Times descreve o ataque como o mais mortífero no reino em mais de uma década e diz que não soou alerta. A coligação liderada pela Arábia Saudita atribuiu-o aos huthis, chamou-lhe crime de guerra e prometeu resposta firme.
O secretário de Estado Marco Rubio disse que havia um norte-americano entre os mortos, o secretário-geral da ONU, António Guterres, condenou o ataque e Trump disse que tomará medidas; a NPR escreve que pondera juntar-se à ofensiva. Os EUA, o Reino Unido, a Alemanha, a Austrália e o Canadá aconselharam os cidadãos a evitar o aeroporto. Em separado, o Comando Central dos EUA disse ter inutilizado um cargueiro que saíra de um porto iraniano e ignorou avisos do bloqueio naval, no golfo de Omã.
Abrir a notícia e a opinião do DailyDrop
Palavra do dia
Bloqueio navalSegurançaMedida em que navios de guerra impedem a entrada e a saída de navios de um país ou de uma zona.