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Política · Segundo turno✓ 6 veículos · número de participantes nos atos não confirmado

Flávio Bolsonaro leva campanha a Vitória e Salvador e disputa com Lula chega ao TSE pelo alcance na Meta

A uma semana do segundo turno de 25 de outubro, os dois candidatos dividem a agenda entre atos de rua e uma briga jurídica sobre impulsionamento de conteúdo nas redes.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) passou o sábado (17) em atos de campanha no Espírito Santo e na Bahia, segundo o G1 e a Times Brasil. Em Vitória, de acordo com a Folha de S.Paulo e o Valor Econômico, ele discursou ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e chamou o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, de "professor". Em Salvador, o portal BNews relatou que apoiadores já tinham feito uma carreata pelos bairros da Pituba e da Barra na noite de sexta-feira (16), como aquecimento para o ato do dia seguinte. No sábado, a Times Brasil e a Folha de Curitiba informaram que o candidato falou de cima de um trio elétrico na orla da Barra, acompanhado de ACM Neto, Tarcísio e do deputado Nikolas Ferreira, entre outros. Segundo a ICL Notícias, um desembargador derrubou no mesmo dia a suspensão da cerimônia em que o prefeito Bruno Reis entregou a Flávio o título de Cidadão Soteropolitano, que havia sido contestada por críticos como uso eleitoral da homenagem. A Times Brasil lembrou que, no primeiro turno, Lula teve 65,26% dos votos válidos na capital baiana, contra 27,03% de Flávio.

Fora das ruas, a disputa avançou no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A CNN Brasil informou que a campanha de Flávio pediu para entrar como parte interessada na ação que a campanha de Lula (PT) move contra a Meta, dona de Facebook e Instagram. Segundo a emissora e a Band, os advogados do PL afirmam que o senador é mais prejudicado pela plataforma do que o presidente, porque anúncios negativos contra ele continuariam no ar, e pedem que o tribunal proíba, até o fim do segundo turno, o impulsionamento pago de propaganda negativa contra qualquer um dos dois candidatos, com multa diária de R$ 500 mil em caso de descumprimento. A IstoÉ Dinheiro e a Band relataram que a Meta respondeu ao TSE negando favorecimento a Flávio, classificou a acusação da campanha petista como sem demonstração e reconheceu uma falha técnica de alcance global em 7 de outubro, que, segundo a empresa, não foi dirigida a nenhuma campanha. Antes disso, conforme o Diário do Grande ABC e a Times Brasil, o ministro André Mendonça já havia barrado o impulsionamento de vídeos de ataque das duas campanhas, uma decisão para cada lado.

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25/10data do segundo turno
R$ 500 milmulta diária pedida pelo PL ao TSE
65,26%votos de Lula em Salvador no 1º turno
Política · Investigação✓ 4 veículos · nenhum acordo de delação foi firmado

Lobista investigada com Lulinha diz que quer fazer delação e que não vai poupar Lula

A empresária Roberta Luchsinger, investigada pela Polícia Federal (PF) em inquéritos que também envolvem Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, afirmou em entrevista à CNN Brasil, no sábado (17), que pretende fazer delação premiada e que não pretende poupar ninguém, nem o presidente nem o filho dele. Segundo a Gazeta do Povo e a Revista Oeste, ela chamou Lula de "mau caráter", "mentiroso" e "covarde" e disse que Lulinha se reunia com frequência com ministros. O Estadão e a Metrópoles também registraram a declaração. De acordo com a Gazeta do Povo, Luchsinger não informou se já há negociação formal com a PF ou com a Procuradoria-Geral da República (PGR), e as menções a uma construtora portuguesa foram apresentadas como conversas que ela teria ouvido, sem documentos. A Secretaria de Comunicação da Presidência negou irregularidades e disse que Lula desconhece os fatos relatados. Os três inquéritos sobre o caso tramitam no Supremo Tribunal Federal (STF), e a defesa de Lulinha nega relação com os pagamentos investigados, segundo reportagens anteriores do Correio da Manhã e da Revista Oeste.

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Economia · Contas públicas✓ 3 veículos · estudo original da IFI não lido diretamente

IFI calcula em R$ 298,4 bilhões o pacote de medidas do governo Lula em 2026

A Instituição Fiscal Independente (IFI), ligada ao Senado, estimou em R$ 298,4 bilhões o conjunto de medidas econômicas e benefícios anunciados pelo governo Lula neste ano, segundo a Gazeta do Povo e a Times Brasil. Do total, de acordo com as reportagens, R$ 93,8 bilhões têm impacto direto no resultado primário e R$ 185,7 bilhões são linhas de crédito com juros subsidiados, que devem voltar à União. A própria IFI ressalvou que os valores somam operações de naturezas diferentes e não equivalem a um gasto adicional único. Na lista estão a ampliação da isenção do Imposto de Renda, o reajuste do Bolsa Família, programas de crédito, incentivos a microempreendedores e subsídios a combustíveis. A Folha de S.Paulo publicou no sábado (17) um levantamento próprio sobre o pacote e o efeito na dívida pública. O diretor da IFI, Alexandre Seijas, disse que a meta de superávit primário em vigor não basta para estabilizar a dívida, que a instituição calcula exigir um primário de 2,1% do PIB. O governo nega caráter eleitoral nas medidas, segundo a Gazeta do Povo.

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Mundo · Guerra na Ucrânia✓ 5 veículos · alcance econômico da suspensão não quantificado

Trump suspende tarifas e sanções da nova lei contra a Rússia, e Zelensky diz que a medida só ajuda Moscou

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na sexta-feira (16) uma ordem que suspende as sanções e tarifas previstas na lei de sanções contra Rússia e Irã batizada com o nome do senador Lindsey Graham, que ele mesmo havia sancionado no mês passado, informaram a CNBC e a NBC News. As punições entrariam em vigor neste domingo (18). Segundo a CNBC, a lei previa elevar em até 500% as tarifas sobre produtos russos e impor tarifas de até 100% a países como China e Índia que compram petróleo russo; as sanções anteriores, baseadas em ordens executivas, continuam valendo. A NBC relatou que Trump defendeu a decisão como "muito boa" e que ela se soma a um acordo recente com Vladimir Putin para liberar diesel russo no mercado mundial. O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, chamou a medida de errada, disse que ela só ajuda os russos e afirmou esperar novos alívios, segundo a CNBC, a The Hill e o G1.

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Mundo · Europa✓ 5 veículos · número de participantes diverge entre governo e sindicato

Protestos contra o custo de vida reúnem mais de meio milhão na França e terminam com prefeitura de Limoges em chamas

Manifestações contra o custo de vida e cortes na educação levaram às ruas da França cerca de 550 mil pessoas no sábado (17), segundo estimativa do Ministério do Interior citada pela CNN; a central sindical CGT falou em 800 mil. A maior parte dos atos foi pacífica, mas grupos violentos atacaram prédios públicos e lojas, relatou a ABC australiana. Em Limoges, segundo a ABC e o G1, mascarados queimaram um carro da polícia municipal e depois atearam fogo à sede da prefeitura, construída em 1883, cujo telhado desabou. O primeiro-ministro Sébastien Lecornu informou cerca de 1.200 presos e 150 policiais feridos e culpou a ultraesquerda, segundo a i24 e a CNN. O presidente Emmanuel Macron prometeu punir os responsáveis. Em Lyon, manifestantes incendiaram o posto de turismo da cidade, de acordo com a CNN.

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Em resumo
  • Papa Leão XIV deixa o hospitalO papa recebeu alta do Hospital Gemelli, em Roma, quatro dias depois de retirar parte do pulmão direito, segundo a IstoÉ e o Imirante.
  • Limoges perde a prefeitura históricaA sede da prefeitura, de 1883, foi incendiada durante os protestos; o prefeito regional disse que dois terços do prédio foram perdidos, relatou a ABC.
  • Mais de 1.200 detidos na FrançaO premiê Sébastien Lecornu citou cerca de 1.200 prisões e 150 policiais feridos, segundo a i24 e a CNN.
  • Tropas americanas na regiãoCerca de 600 militares dos EUA devem treinar no Panamá, na Colômbia e em Honduras, segundo O Povo e o Defesa em Foco.
  • Panamá contesta númeroA embaixada americana no Panamá disse que só 120 militares estão no país, em curso de duas semanas, segundo O Povo.
  • Drones para Colômbia e EquadorAeronaves MQ-9 Reaper estão sendo levadas da África para os dois países, informaram O Povo e o Maringá Post.
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Não confirmado — o que não conseguimos verificar

Roberta Luchsinger já assinou acordo de delação com a PF. Falso até agora: ela disse à CNN Brasil que quer delatar, mas Gazeta do Povo informa que não há acordo nem negociação confirmada.
Trump retirou todas as sanções contra a Rússia. Impreciso: a CNBC informa que só foram suspensas as punições da nova lei; sanções anteriores seguem.
A Meta admitiu ter derrubado o alcance de Lula de propósito. Falso: segundo a IstoÉ Dinheiro, a empresa reconheceu falha técnica global em 7/10 e negou direcionamento.
Glossário · palavras pontilhadas — termos de política, economia, direito, segurança e ciência explicados no contexto da notícia. A lista cresce todo dia.
NESTA EDIÇÃOFlávio Bolsonaro leva campanha a Vitória e Salvador e disputa com Lula chega ao TSE pelo alcance na MetaPolítica · Segundo turnoLobista investigada com Lulinha diz que quer fazer delação e que não vai poupar LulaPolítica · InvestigaçãoIFI calcula em R$ 298,4 bilhões o pacote de medidas do governo Lula em 2026Economia · Contas públicasTrump suspende tarifas e sanções da nova lei contra a Rússia, e Zelensky diz que a medida só ajuda MoscouMundo · Guerra na UcrâniaProtestos contra o custo de vida reúnem mais de meio milhão na França e terminam com prefeitura de Limoges em chamasMundo · Europa